Tchau, pão de milho salgado!
Mais uma vitória que eu gostaria de compartilhar. Um bom exemplo de mini-superação. Ontem eu resolvi fazer pão de milho. Namorido adora e eu estava enjoada do pãozinho rápido que sempre faço. A textura da massa tinha ficado bem macia, minha expectativa aumentava a cada intervalo para deixá-la descansando. Então, quando finalmente tirei do forno e usei o método para verificar se o pão estava pronto que eu tinha acabado de aprender, coloquei na mesa e ... estava muito salgada! Aaah, era para ser um pão adocicado! Fiquei muito frustrada. E a decepção dele era visível apesar de seu esforço para disfarçar. Foi então que li para ele as quantidades de sal e açúcar que a receita pedia: 3 colheres de sopa de açúcar e 2 colheres de café de sal.
Colher de café! Para minha sorte, ele também já havia sofrido com essa medida misteriosa. Não tem nos medidores que tem por aí, pelo menos eu não achei. No momento de fazer o pão, eu achei que era algo parecido com a colher de chá, e mandei ver! O pão ficou tão salgado que pensamos que combinaria bem com linguiça calabresa! Isso porquê demorou bastante para ficar pronto, eram 22h no momento que colocamos esse failed pão na boca... como estava quente ainda, o sal não estava tão terrível.
Hoje de manhã, outro esforço fofo do namorido para não me deixar tão triste com esse pão que lembrava vagamente um cuzcuz: tentou comer novamente com bastante margarina... mas, aparentemente, ele chegou em seu limite. Foi daí que compartilhei minha ideia com ele. Não sei bem se essa ideia brotou mesmo ou veio em algum momento do meu sono repleto de pesadelos e flashbacks do momento em que mergulhava aquela colher de chá no pote de sal, mas veio. E essa ideia era fazer uma torta salgada aproveitando esse pão.
Bom, depois de alguma pesquisa, bagunça (de novo) na cozinha e gás acabando no momento de ligar o forno, ... não é que ficou bom? Ficou uma delícia! O tanto de sal não incomodou nem um pouco! Talvez pelo recheio da torta ser sardinha refogada com tomate e uma boa dose de maionese, mas está mais do que valendo! O sorriso dele quando colocou a garfada na boca me fez atirar para longe a melancolia de ontem quando fomos dormir. O clima era de pós briga sem ao menos termos brigado.
Agora estou eu aqui, me achando engraçada escrevendo ... sei lá, assim. Com certeza, terei vergonha do estilo deste texto daqui alguns anos, mas não estou nem aí!
É noite de sexta, estou empoderada pelo aproveitamento total de uma receita que fracassou, me sentindo cantando Dancing Queen!! Only thirty years!!
Certamente tenho tomado decisões boas na minha vida, semelhantes a essa da torta, mas na cozinha fica bem mais visível o processo e o resultado, então fica mais fácil registrar aqui, enfim, porquê também não tem ninguém envolvido além do querido namorido.
Se eu for começar a contar superações em outros aspectos, talvez eu tenha muitos nomes para inventar, rsrs.
Bom, é isso! Ótimo fim de semana EM CASA! (sim, estou escrevendo em plena quarentena de 2020. Fico muito curiosa com o onde e como estarei relendo isto no futuro.)
Colher de café! Para minha sorte, ele também já havia sofrido com essa medida misteriosa. Não tem nos medidores que tem por aí, pelo menos eu não achei. No momento de fazer o pão, eu achei que era algo parecido com a colher de chá, e mandei ver! O pão ficou tão salgado que pensamos que combinaria bem com linguiça calabresa! Isso porquê demorou bastante para ficar pronto, eram 22h no momento que colocamos esse failed pão na boca... como estava quente ainda, o sal não estava tão terrível.
Hoje de manhã, outro esforço fofo do namorido para não me deixar tão triste com esse pão que lembrava vagamente um cuzcuz: tentou comer novamente com bastante margarina... mas, aparentemente, ele chegou em seu limite. Foi daí que compartilhei minha ideia com ele. Não sei bem se essa ideia brotou mesmo ou veio em algum momento do meu sono repleto de pesadelos e flashbacks do momento em que mergulhava aquela colher de chá no pote de sal, mas veio. E essa ideia era fazer uma torta salgada aproveitando esse pão.
Bom, depois de alguma pesquisa, bagunça (de novo) na cozinha e gás acabando no momento de ligar o forno, ... não é que ficou bom? Ficou uma delícia! O tanto de sal não incomodou nem um pouco! Talvez pelo recheio da torta ser sardinha refogada com tomate e uma boa dose de maionese, mas está mais do que valendo! O sorriso dele quando colocou a garfada na boca me fez atirar para longe a melancolia de ontem quando fomos dormir. O clima era de pós briga sem ao menos termos brigado.
Agora estou eu aqui, me achando engraçada escrevendo ... sei lá, assim. Com certeza, terei vergonha do estilo deste texto daqui alguns anos, mas não estou nem aí!
É noite de sexta, estou empoderada pelo aproveitamento total de uma receita que fracassou, me sentindo cantando Dancing Queen!! Only thirty years!!
Certamente tenho tomado decisões boas na minha vida, semelhantes a essa da torta, mas na cozinha fica bem mais visível o processo e o resultado, então fica mais fácil registrar aqui, enfim, porquê também não tem ninguém envolvido além do querido namorido.
Se eu for começar a contar superações em outros aspectos, talvez eu tenha muitos nomes para inventar, rsrs.
Bom, é isso! Ótimo fim de semana EM CASA! (sim, estou escrevendo em plena quarentena de 2020. Fico muito curiosa com o onde e como estarei relendo isto no futuro.)
Ri muito! Kkkkkk
ResponderExcluirE aaaacho que o mochiyori sa liba merece essa iguaria também hein hahahahah
Oi Leo!! Muito obrigada!!! Hahaha, para isso tenho que fazer tooodo esse processo doido de novo!!! Mas é uma boa ideia!
ExcluirOi Master Chef, amei e me diverti com a sua cronica !! até a proxima receita. Sucesso Sempre !! lembranças para o namorido !!
ResponderExcluirNossa, Master chef não! Hahahaah! Estou muito feliz que você tenha gostado! Muito obrigada!! Tudo de bom!!
ExcluirAmei o texto, você escreve muuuuito!!!👏🥰👏🥰👏
ResponderExcluirAaah que gentileza! Muito obrigada! Fico muito feliz!
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